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Objectos n° 5 © Frederico Mira George — Lomoprint photo

Cartão Fotográfico, 1901, «Chegada à Beira». António, Júlia, Fernando, Valentina, Edmundo Manual do Navegante ou talismã. Oferenda C. «Poesie, o pequeno diário verde de V», início em Pangim, Goa, final Lisboa. Oferenda de V. (P) 

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Objectos nº3

© Frederico Mira George Os meus óculos de «ver ao longe» Comprados na loja Havanesa Eborense, em Évora, 2011. Em relação ao quotidiano não há nada que receie mais do que ficar sem óculos. Os que uso para ler também. … Continuar a ler

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Objectos #2

© Frederico Mira George, lomografia, sem janela de foco Mini Transistor ‘Sony’. Minha Telefonia, sempre. Lisboa. Bule cerâmico, ‘Vista Alegre’, Évora.  Meu precioso chá. Veio de Évora.

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Os meus objectos são o espelho da minha vida

Villa de Collares 3 de Julho de 16 — Domingo A partir de hoje, e com a regularidade que me for possível, irei partilhar os objectos que espelham a minha existência. Serão revelados sem nenhuma ordem especial, alguns são muito … Continuar a ler

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ESTEGANOGRAPHIAS #14 — © Frederico Mira George

ESTEGANOGRAPHIAS #14 Novos Poemas Praia das Maçãs {Últimos dias antes da partida} Dia 18 de Agosto de 14 Av. António Garcia de Castro {Café «C.» — Segunda-feira} Décimo terceiro Achegará o dia em que todas as cartas serão expulsas. Versos, … Continuar a ler

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Poema número 38

Poema número 38 Praia das Maçãs Dia 2 de Setembro de 2013 Segunda-feira, 10h10m {Café “Chitas”} “Procissão de Senhora da Praia” Banheiros em calções, Guardas engalanados; Dois diáconos e Um presbítero Efeminado benzendo beatas Com o mar ao lado. Tantos … Continuar a ler

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Poema número 22

Poema número 22 Praia das Maçãs Dia 17 de Agosto de 2013 Sábado, 11h24m {Café “Chitas”} Despeço-me dos Cigarros com pena. Foram leais delírios acompanhados de Deusas A arder na garganta. Afonias inspiradoras Despertavam dentro mim sob o fumo-de-prumo Que … Continuar a ler

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Poema número 10 – versão II

Poema número 10 Praia das Maçãs Dia 5 de Agosto de 2013 Segunda-feira, 10h33m Os pés esticam-se além dos sapatos. Passos Largos enfrentam gárgulas. E desastres. Ocorrem ao caminho arrepios e febres altas. É a beleza interna dos apóstolos que … Continuar a ler

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Poema número 10

Poema número 10 Praia das Maçãs Dia 5 de Agosto de 2013 Segunda-feira, 10h33m Os pés esticam-se além dos sapatos. Passos Largos enfrentam gárgulas. E desastres. Ocorrem ao caminho arrepios e febres e desmaios. É a beleza interna dos apóstolos … Continuar a ler

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Poema número 9

Poema número 9 Praia das Maçãs Dia 4 de Agosto de 2013 Domingo, 11h03m {Café “Chitas”} Estou sempre acordado durante o sono. E Observo touros muito brancos que avançando Contra a base do crânio esmagam os pequenos Ossos que ligam … Continuar a ler

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Poema número 8

Poema número 8 Praia das Maçãs Dia 3 de Agosto de 2013 Sábado, 11h17m Como sonho líquido, desmesurado e aflito, Os dedos tremem no piano antigo dos poemas. Fazem vibrar notas inaudíveis, invisíveis, Que só o sabor na língua regista … Continuar a ler

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Poema número 7

Poema número 7 Praia das Maçãs Dia 2 de Agosto de 2013 Sexta-feira, 10h23m {Café “Chitas”} Ver e sentir nas veias todos os livros Todas as palavras de todos os mundos e ré- -ler versos como um sangue diurno que … Continuar a ler

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Poema número 6

Poema número 6 Praia das Maçãs Dia 1 de Agosto de 2013 Quinta-feira, 10h07m Uma explosão magnífica na garganta. Serpentes Subindo pelas cordas vocais até aos lábios. Anti- -palavras, não-gritos, álgebra mecânica da tosse Que acompanha o despertar nas manhãs … Continuar a ler

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Poema número 5

Poema número 5 Praia das Maçãs Dia 31 de Julho de 2013 Quarta-feira, 12h {Café “Chitas”} Restam as mãos do cérebro, que escrevem, Desenham, num papel muito limpo que tinha Guardado da primeira existência ao pé do Mar. Versos por … Continuar a ler

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Sintra, Narrativas & Outros Poemas…

Aqui começo. Com uma imagem de outros dias; minha chegada, primeiro Inverno frente ao deslumbre. Que vejo nesta curva de passeio?, de que «íntimos desconhecidos» saberei agora falar, narrar? Fotografei insistentemente, pousando a escrita, atenuei o ensombrado coração de Lisboa. … Continuar a ler

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